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Red Dead Redemption 2 – Bundle PS4 Pro estreará uma nova versão

O PlayStation 4 Pro que será lançado num bundle com Red Dead Redemption 2 estreará uma nova versão do console.

Agendada para 26 de Outubro, como o jogo da Rockstar Games, este bundle incluirá um console PlayStation 4 Pro de 1TB e segundo as informações da Sony, será uma pequena revisão sobre as novas funções.

O PlayStation 4 Pro 500 Million Limited Edition, que segundo o Digital Foundry é mais silencioso e aquece menos que o PS4 Pro de lançamento, já havia sido revisto para o bundle lançado juntamente com Spider-Man.

O PlayStation 4 Pro CUH-7115B acompanhou Spider-Man, apesar de não terem sido relatados melhorias específicas sobre o modelo presente na 500 Million, e agora sabemos que o bundle Red Dead Redemption 2 apresentará a revisão CUH-7215B.

Esta será a mais recente versão na série CUH-72XX.

As informações descobertas não indicam se esta versão apresentará quaisquer melhorias no desempenho da ventilação ou no ruído.

Red Dead Redemption 2 chegará dia 26 de Outubro ao Xbox One e PlayStation 4 – exigindo pelo menos 105GB de espaço no console da Sony.

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Bungie surpreende com nova Dungeon em Destiny 2: Forsaken

Uma das promessas da Bungie para Destiny 2: Forsaken era que a Dreaming City, um dos novos locais que pode explorar como parte da expansão, ia evoluir com o tempo. No passado, o estúdio de Seattle já tinha feito promessas que não cumpriram completamente as expectativas, mas desta vez, não podemos dizer o mesmo.

Depois da Dreaming City ficar mais corrompida pelos Taken após a primeira completação da Raid Last Wish, esta semana os jogadores foram surpreendidos com a dungeon Shattered Throne. É efetivamente a primeira dungeon de Destiny 2 e até agora todas as impressões de quem já a terminou são muito positivas.

Pessoalmente, ainda não tive a oportunidade de experimentar, mas há quem descreva a dungeon como uma mini-raid desenhada para três pessoas. Os inimigos na seção final estão a 590 de Power, portanto, é uma atividade para os jogadores mais dedicados e que já conseguiram atingir um nível de Power elevado.

A Dungeon também desbloqueia uma nova quest para obter a Wishender, um arco exótico. Os arcos são um novo tipo de arma introduzido nesta expansão e desde o lançamento que os jogadores têm especulado sobre como seria desbloqueada esta arma (visto que estava na lista de novas exóticas).

Outra novidade que apareceu esta semana está associada ao modo Gambit. Ao completar uma partida, existe no final uma chance de aparecer um Taken Servitor. Ao derrotar este inimigo especial vai ganhar o Corrupted Heart, um item para eventualmente ganhar o hand cannon Malfeasance.

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Fortnite PS4 terá cross-play com Xbox One e Switch

Depois de negar tal possibilidade por diversas vezes, a Sony decidiu mudar por completo de opinião e permitirá cross-play entre a versão PlayStation 4 de Fortnite e as restantes.

Através de uma mensagem no blog oficial, a Sony confirma que pensou no assunto e decidiu que seria melhor suportar cross-platform em jogos específicos.

“Após um compreensivo processo de avaliação, a SIE identificou um caminho para suportar funcionalidades cross-platform em conteúdo third-party selecionado.”

“Reconhecemos que os jogadores PS4 esperaram ansiosamente por uma atualização e valorizamos a paciência da comunidade, enquanto navegamos por este problema para encontrar uma solução.”

A Sony começará por apresentar um beta aberta, já hoje, para Fortnite, que permitirá jogar com jogadores em outras plataformas e compartilhar o progresso em várias plataformas.

Os jogadores PlayStation 4, Android, iOS, Nintendo Switch, Xbox One, Microsoft Windows e Mac vão finalmente jogar juntos Fornite.

Esta mudança de postura da Sony é, segundo diz, uma tentativa de ir ao encontro do que a comunidade pede e para melhorar a qualidade dos seus serviços.

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Sony quer experiências PSVR mais ricas

A Sony parece pronta para reforçar a sua aposta no PlayStation VR.

O capacete de realidade virtual para o PlayStation 4 já vendeu mais de 3 milhões de unidade, o que motiva a Sony a manter a aposta.

Segundo avançado por Shuhei Yoshida, numa entrevista com o blogue PlayStation Japonês, via PushSquare, Yoshida afirmou que a Sony vai se empenhar ainda mais na realidade virtual e procura experiências mais ricas.

O objetivo da Sony é conceber experiências que possam ser jogadas por mais tempo e a estratégia passa por desenvolver jogos de maior escala.

A PlayStation pretende apresentar títulos com uma experiência mais profunda e rica, num objetivo que será reforçado no futuro, diz Yoshida.

Astro Bot Rescue Mission e Firewall Zero Hour foram apresentados como exemplos da dedicação da Sony ao PSVR – jogos com muito mais conteúdo e que podem ser jogados diversas vezes.

Blood and Truth e Déraciné são outros exemplos avançados pela PlayStation para títulos VR de maior escala e com potencial para cativar os jogadores a longo prazo.

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Anthem já entrou na fase alpha

Numa publicação cheia de nostálgica, se recordando dos tempos em que a Bioware estava desenvolvendo Baldur’s Gate, Casey Hudson, o general manager do estúdio, anunciou que Anthem atingiu na semana passada a fase Alpha.

Atingir a fase Alpha significa, na área de produção de videojogos, que todas as partes do jogo estão terminadas e funcionando. O estúdio conseguiu alcançar esta meta dentro do prazo, o que significa que está bem encaminhado para o lançamento do dia 22 de Fevereiro de 2019.

“É imensamente divertido jogar e cheio de momentos envolventes com personagens e narrativas,” disse Casey Hudson no blog da Bioware. “Também é entusiasmante ver pessoas no escritório (e nos nossos estúdios parceiros) se juntarem e se aventurar neste novo mundo que criamos.”

“Estes dias de energia no escritório parecem muito com a época de Baldur’s Gate, em que a equipe está começando a ter uma sensação da magia que criaram juntos e existe um entusiasmo crescente sobre lançá-lo finalmente para o mundo.”

“Existe muito trabalho adiante, mas todos nós sabemos o que precisamos fazer e estão trabalhando com um nível de paixão e esforço que são realmente inspiradores.”

A partir de agora, a equipe vai se concentrar exclusivamente na correção de erros, testes e afinar aquilo que já foi feito.

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GeForce RTX 2080 e RTX 2080 Ti – Análise – serão estes os gráficos da próxima geração?

A Nvidia demorou dez anos para finalizar a tecnologia de ray-tracing em tempo real encontrada nas novas placas GeForce RTX mas, finalmente, a imprensa recebeu cinco dias para analisar aquilo que está a ser apelidado de hardware gráfico de próxima geração.

O que podemos compartilhar hoje é o quão poderosas são as novas ofertas em relação aos seus antecessores e dar uma ideia do que a nova arquitectura de Turing pode oferecer em termos de novos recursos. E isto é apenas uma parte – Turing oferece tecnologia de ray-tracing em tempo real e técnicas de reconstrução de imagem que potencializam uma mudança no panorama dos jogos juntamente com uma melhoria do desempenho – mas, de momento, não há jogos disponíveis no mercado que utilizem estes recursos.

No mínimo, podemos te dar algumas impressões iniciais do novo hardware. Em primeiro lugar, estamos testando as placas da Founder’s Edition, onde podemos ver a Nvidia a se afastar dos seus designs de sopro tradicionais em favor de uma solução térmica mais compatível com alguns dos produtos third-party. Dois ventiladores axiais impulsionam o ar para dentro da estrutura ao invés de para trás dela, enquanto que as próprias ventoinhas são obviamente mais silenciosas do que nas placas anteriores da Nvidia. As temperaturas pareciam atingir um pico na faixa dos 78 graus Celsius na Ti – não vi nenhum dos produtos a atingir os 83 graus que, normalmente, potencializa o estrangulamento térmico.

Há uma sensação genuína de qualidade, peso e consistência tanto na RTX 2080 como na 2080 Ti – ambas compartilham um exterior quase idêntico, sendo que a única diferença visível entre elas se prende com a configuração de entrada de energia PCIe oito + oito na Ti versus a configuração oito + seis na RTX 2080 padrão. As entradas do monitor são uma evolução daquelas vistas na GTX 1080 Ti. Mais uma vez, o DVI dual-link foi descartado se bem que o HDMI 2.0 permanece juntamente com três saídas DisplayPort e o USB-C com VirtualLink – um novo protocolo projetado para reduzir o transtorno causado pelos cabos dos capacetes VR. Cobrar dinheiro extra pelas Pascal Founder’s Edition sempre foi um pouco incomodo mas, pelo menos desta vez, o preço é igualado pela qualidade do exterior e, para além disso, a Nvidia adicionou um overclock.

Turing representa uma aposta considerável por parte da Nvidia. A tecnologia de ray-tracing em tempo real e os núcleos tensor de aprendizagem profunda aumentam significativamente o tamanho do próprio processador – o que, por sua vez, se traduz num custo base muito maior. O processador TU102 encontrado na RTX 2080 Ti de topo é 60% maior que o seu antecessor, enquanto que o TU104 da RTX 2080 regista um notável aumento de 74% nessa área. Combina isso com a memória de ponta GDDR6 – para não mencionar a total falta de concorrência no mercado – e isso explica os altos preços. A RTX 2080 custa mais do que a GTX 1080 Ti, possui o preço de uma Ti e tem menos memória, enquanto a RTX 2080 Ti entra no território de preço das Titan. Com as próximas vendas relâmpago da GTX 1080 Ti, muitos podem ser tentado pela tecnologia mais antiga.

A análise em vídeo do Digital Foundry da GeForce RTX 2080 e 2080 Ti.

RTX 2080 Ti RTX 2080 GTX 1080 Ti GTX 1080
CUDA cores 4352 2944 3584 2560
VRAM 11GB GDDR6 8GB GDDR6 11GB GDDR5X 8GB GDDR5X
Memory Bus 352-bit 256-bit 352-bit 256-bit
Bandwidth 616GB/s 448GB/s 484GB/s 352GB/s
Base Clock 1350MHz 1515MHz 1480MHz 1607MHz
Boost Clock 1545MHz 1710MHz 1582MHz 1733MHz
TDP 250W 215W 250W 180W
Die Size 754mm2 545mm2 471mm2 314mm2

Então, quão profundas são as principais características do Turing? O ray-tracing em tempo real é considerado o santo graal da renderização 3D e vimos alguns resultados notáveis na RTX 2080 Ti, mas há uma série de advertências que precisam de ser levadas em conta. Primeiro existe uma falta real de software – e é improvável que vejamos algo até chegarmos ao quarto trimestre. Podemos contar que Battlefield 5 seja a grande vitrine desta tecnologia e o que vimos até agora é excepcional, com reflexos em tempo real que nunca vimos antes num jogo. Da mesma forma, Metro Exodus da 4A Games revela como o ray tracing pode revolucionar a iluminação global – mais uma vez, é uma mostra corajosa.

Mas há três aspectos aqui que devemos perceber. Em primeiro lugar, as produtoras só tiveram acesso limitado ao hardware final de Turing – a demo de Battlefield 5 que jogamos apenas beneficiou com o acesso ao hardware final nas duas semanas anteriores à Gamescom, sendo que para o restante tempo da produção do jogo foram usadas placas antigas baseadas na arquitetura Volta. Em suma, estamos apenas no começo. Em segundo lugar, o desempenho é uma preocupação. Battlefield 5 roda a 1080p e 60fps com o ray tracing activado na RTX 2080 Ti topo de gama. Se for gastar 5000 reais numa placa gráfica, será 1080p o suficiente?

Da mesma forma, o demo de Metro Exodus na Gamescom cai também dos 1080p60. A optimização é certa e, como veremos no futuro, Turing tem certamente mais truques na manga – mas vai levar tempo. O último fator a ser considerado é que tudo o que vimos em termos de software foi executado na RTX 2080 Ti; então, como se comportam as RTX 2080 e RTX 2070? Por enquanto, não sabemos.

Um olhar a Battlefield 5 e ao seu uso do ray-tracing em tempo real na GeForce RTX.

Podemos especular, no entanto. Neste momento, tanto Battlefield 5 como Metro Exodus vinculam o ray-tracing em tempo real diretamente à resolução de renderização nativa e, pelo menos em teoria, isso pode ser desacoplado da mesma forma que alguns títulos executam efeitos de transparência em meia resolução para economizar largura de banda. Outro potencial caminho é reconstruir a imagem traçada por raios numa resolução mais alta – e essa é uma área em que os outros recursos de Turing podem ser inestimáveis. O super-sampling da Nvidia – DLSS – já está a ser usado no demo de Star Wars Reflections para transformar um software que corre a 24fps e 1080p em quatro placas Volta para 4K na RTX 2080 Ti, também a 24fps.

O problema é que a arquitetura de Turing está tão voltada para o futuro que contém recursos que ninguém começou ainda a explorar. Por exemplo, levamos em conta as sombras das malhas. Essencialmente, a tecnologia otimiza radicalmente as seleções e tesselações da LOD, com enormes benefícios. Nós vimos uma demonstração, mas foi apenas isso – está presente no hardware e só podemos esperar que seja usada em futuros jogos. Temos também um sombreamento com taxa variável, que basicamente ajusta a qualidade das sombras com base na resolução e na importância dos detalhes. Vimos uma demo de Wolfenstein 2 com a tecnologia em ação e ficamos impressionante com os ganhos de desempenho na faixa dos 15 a 20% mas, infelizmente, não recebemos essa demo para análise.

Portanto, temos ainda que esperar pelo desenvolvimento da tecnologia, mas existe um recurso que podemos aprofundar – super-sampling de aprendizagem profunda (DLSS). Mais uma vez, não existem jogos que usem esta tecnologia no seu lançamento, mas tivemos acesso a duas demonstrações que mostram que ela pode mudar por completo o universo dos jogos.

Análise GeForce RTX 2080/ RTX 2080 Ti

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Castlevania Requiem: Symphony of the Night e Rondo of Blood anunciado para o PS4

A Konami oficializou hoje o lançamento de Castlevania Requiem: Symphony of the Night & Rondo of Blood para o PlayStation 4.

O pacote que inclui os dois jogos, considerados como grandes clássicos do PSOne, estará disponível para o PlayStation 4 no dia 26 de Outubro.

Ambos os jogos terão suporte para resoluções até 4K, compatibilidade com troféus e controles adaptados para o Dualshock 4.

Não sabemos se a Konami tem planos para lançar este pacote em mais plataformas no futuro.

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The Walking Dead: A Temporada Final removido das lojas digitais

A notícia da falência da Telltale Games promete continuar a dar o que falar, não só por causa dos projetos que foram cancelados e pelos mais de 200 trabalhadores que ficaram sem emprego, mas também pelo que acontecerá com The Walking Dead: A Temporada Final.

A Telltame Games compartilhou que está a tentando encontrar parceiras para terminar a Final Season, o que lhe valeu fortes críticas por parte de várias figuras da indústria, mas neste momento de incertezas, ainda não sabemos nada de concreto sobre os restantes dois episódios.

O mais recente desenvolvimento em torno de The Walking Dead: A Temporada Final demonstra bem o quão incerto é o futuro pois a Telltale Games decidiu remover o jogo das lojas digitais.

Se acessar à página do jogo na Xbox Store será informado que o jogo não se encontra disponível e na Steam apenas encontrar o demo, mas não o jogo completo. Na GoG o jogo também foi removido e poderá ler uma mensagem da loja onde é confirmado que foi removido da venda.

A Telltale pediu uma pausa temporária nas vendas de The Walking Dead: A Temporada Final,” diz a loja.

Por enquanto, no momento da escrita, apenas a PlayStation Europe e a Nintendo ainda não removeram o jogo, que ainda está disponível na loja digital oficial da PlayStation e na Nintendo eShop.

A Telltale está agora a ser processada por ex-funcionários, que criticam o comportamento da companhia e pedem as indemnizações que não receberam, enquanto do outro lado estão os fãs que pedem os outros dois episódios de The Walking Dead: A Temporada Final.

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Game Workers Unite diz que é “nojenta” a atitude da Telltale Games em tentar terminar The Walking Dead

Na ressaca da falência da Telltale Games na Sexta-feira passada, as manifestações de solidariedade com os trabalhadores da indústria que perderam o seu emprego estão a dar lugar à indignação com a companhia.

Enquanto muitos preferem apoiar o talento que ficou sem trabalho, outros preferem lamentar o cancelamento dos jogos e o fim inesperado da Final Season de The Walking Dead.

Perante os pedidos para terminar a jornada de Clementine, a Telltale Games decidiu reagir e informar que está tentando encontrar parceiros para alcançar o objetivo desejado por muitos jogadores.

No entanto, isso está gerando a indignação de várias figuras e está a imergir imensas críticas.

De manhã, vimos como Cory Barlog, diretor de God of War, criticou a postura da Telltale, defendendo que se deviam focar em apoiar as pessoas que perderam o trabalho e não o jogo. Barlog foi apenas uma de várias pessoas a demonstrar o seu desagrado.

Agora, os funcionários se preparam para processar a Telltale por infringir diversas leias dos Estados Unidos da América e surgem críticas da Game Workers Unite sobre a postura da companhia.

Vernie Roberts, ex-funcionário da Telltale, decidiu processar a companhia por não cumprir diversas leis – especialmente uma que obriga as companhias com mais de 75 funcionários a informar com 60 dias de antecedência quando acontece uma demissão em massa.

Segundo avançado pelo Kotaku, 250 ex-funcionários da Telltale foram informados no próprio dia que tinham sido despedidos, sem indemnização, e tiveram de deixar o edifício em 30 minutos.

Este processo tentará demonstrar como a Telltale não cumpriu com diversas leis em vigor no estado da Califórnia, onde a companhia tem as suas instalações.

A notícia da procura de possíveis parceiras para terminar The Walking Dead: Final Season gerou ainda mais indignação pois revela uma total falta de empatia com as pessoas que trabalharam nestes jogos e mostra que a Telltale poderá estar quebrando leis que protegem os trabalhadores.

A Game Workers Unite, uma organização mundial que se dedicada ao apoio de trabalhadores na indústria de games, considerou “nojenta” a atitude da Telltale Games e diz que deviam pagar aos mais de 250 trabalhadores que foram despedidos sem qualquer aviso antecipado ou compensação.

Isto é nojento. Paguem as indemnizações aos mais de 250 ex-trabalhadores,” disse a organização.

A Game Workers Unite acrescentou ainda que, “The Walking Dead não será o mesmo sem a arte e cuidado dos trabalhadores que foram despedidos.”

Além disso, avisa que, “se a Telltale Games pode suportar uma parceira e continuar a produção, então podem estar mal representando as suas ‘pobres’ condições financeiras e possivelmente estão violando o WARN Act da Califórnia.”

Este WARN Act é precisamente a base do processo aberto por ex-funcionários contra a Teltlale Games.

A companhia está ainda a ser criticada por possíveis práticas suspeitas pois se tem condições para continuar, de certa forma, a desenvolver os seus projetos, poderá estar ganhando dinheiro após demitir sem qualquer indenização os seus funcionários.

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Revelada nova skin para a Season 6 de Fortnite

A Epic Games continua a aumentar o hype para a Season 6 de Fortnite.

Depois de revelar uma imagem de um Llama DJ, que muitos acreditam ser uma das skins que estará disponível como parte da Season 6, a Epic Games revelou outra imagem que promove a próxima Season.

Na nova imagem, compartilhada hoje de tarde, vemos uma skin com o estilo de uma ladra do velho oeste.

A personagem está vestida com um chapéu de cowboy (neste caso seria cowgirl), uma máscara a tapar a maior parte do rosto e um casaco com espigos em metal nos ombros.

A Season 6 de Fortnite começa no dia 27 de Setembro.

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Meltan é o novo Pokémon mítico

A Pokémon Company apresentou hoje um novo Pokémon chamado Meltan.

Num trailer publicado nos canais oficiais de Pokémon, Professor Oak e Professor Willow falam sobre este novo Pokémon. Meltan pertence à categoria “Hex Nut” (o primeiro da sua categoria) e é do tipo Steel.

“A maioria do corpo de Meltan é feito de metal líquido e a sua forma é muito fluída. Pode usar os seus braços e pernas líquidos para corroer metal e absorvê-lo para o seu corpo,” diz a descrição oficial.

“Metal gera electricidade usando o metal que absorve de fontes exteriores. Usa esta electricidade como uma fonte de energia e como um ataque que pode ser disparado ao seus olhos.”

No site oficial de Pokémon é dito que têm aparecido Dittos em Pokémon Go disfarçados de Meltan.

“Aprendemos que Pokémon Go é de alguma forma essencial para conhecer este curioso novo Pokémon em Pokémon: Let’s Go, Pikachu! and Pokémon: Let’s Go, Eevee!”

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Assassin’s Creed: Odyssey recebe trailer de lançamento

“Os Deuses não definem o s destino. Desafie a profecia e escolha o seu percurso. Esta é a sua Odisseia”.

É assim que a Ubisoft promove a chegada do trailer de lançamento para Assassin’s Creed: Odyssey, que está cada vez mais perto das lojas.

Enquanto você espera para viajar para a Grécia Antiga, a Ubisoft te convida a assistir este trailer que ressalta a iminente chegada do seu próximo épico.

Construído sobre os alicerces de Origins, Odyssey apresenta dois personagens, um maior foco nos elementos RPG, um enorme mundo aberto, diálogos interativos e melhorias no sistema de equipamento.

Assassin’s Creed: Odyssey chegará às lojas no 5 de Outubro, mas poderá jogar já em 2 de Outubro ao comprar as edições especiais