
O teste de rede em Dark Souls Remastered deu-nos o primeiro olhar ao jogo nas quatro consolas. Já o tínhamos visto na PS4 Pro. Corre a 1800p e com algo perto de 60fps fixos, as primeiras impressões foram a de um remaster conservador, mas satisfatório. O teste de rede permitiu-nos ter uma sensação de perspectiva: como se compara a mais poderosa Xbox One X com a PS4 Pro e como estão as duas consolas base?
O código apresentado era de uma versão muito inicial, preparada para testar invasões PvP e restrita a um segmento em Lordran. Apesar do ficheiro ter 3GB – quase o tamanho do jogo completo na anterior geração – ficamos sem muitos dos melhores momentos. Não houve oportunidade para enfrentar o wyvern na ponte ou explorar Sen’s Fortress. Tudo bloquado.
O teste de rede dava acesso à área Undead Parish, deixando-te ir até às duas gárgulas no telhado. É pouco, mas o suficiente para provar que o novo código de rede se aguenta bem; tive alguns problemas em invocar Solaire, mas em termos da invasão online, não parecem existir queixas. Tudo resulta e pelo menos no online, está bom.
A Xbox One X oferece a melhor versão deste remaster, sem surpresas, mas não vai muito além da PS4 Pro. Tens uma imagem 3200×1800 nativa, tal como na PS4 Pro e em termos visuais, as funcionalidades são idênticas. Texturas, efeitos, oclusão ambiental e motion blur são exactamente iguais. A performance é a única diferente, onde o rácio de fotogramas não cai. É verdade que o conteúdo era limitado, mas as outras plataformas mostraram quedas.
Jogamos o Dark Souls Teste de Rede em todas as 4 consolas.
É confuso ver que não existe 4K nativa, tendo em conta diferenças na resolução que já vimos entre a X e a Pro. Além disso, a X já mostrou ser capaz de fornecer um aumento de 4x na resolução sobre a Xbox One normal. Dark Souls Remastered opera a 1080p na Xbox One e PS4 – significando que a X consegue uma melhoria de 2.7x. Esta é a uma versão preparada para teste à rede, as coisas podem mudar, mas se isto permanecer, fica a sensação que foi feito por conveniência, ao invés de adaptar o jogo de acordo com o poder de cada consola. 1080p nas consolas base – 1800p nas consolas mais poderosas.
Quaisquer ajustes ou novidades além de mais pixeis são limitados. Estas máquinas correm com definições idênticas às das consolas base. Não afecta muito a apresentação; estas velhas texturas não ficam mal numa TV 4K. Combinado com o trabalho alpha actualizado para poças de sangue, fumo e fogo, a apresentação geral cumpre. Apenas a onda de calor ao acender uma fogueira não se aguenta tão bem.
Existe um pequeno senão na Pro e X. Pode ser um glitch, mas o reflexo de lente está ausente nas duas consolas. As duas consolas base têm-no. É estranho e talvez esteja relacionado com o aumento na resolução para 1800p – criando um conflito com a renderização do efeito. Pelo outro lado, o brilho corre numa resolução superior na X e Pro, conseguindo uma amostra mais precisa em torno dos objectos. Durante a acção, é quase imperceptível, mas o efeito ausente precisará de mais trabalho no jogo final.
Em termos de comparações visuais, é isto. Mesmo em 2011 na PS3 e 360, Dark Souls foi ligeiramente subvalorizado em termos visuais. Desde o trabalho dos shaders à complexidade do mundo, o jogo apresentava um grande avanço sobre Demon’s Souls. Toda essa ambição teve um custo, a performance – conhecida por cair para números de um dígito em algumas áreas.
Com isso em mente, é um alívio ver o jogo a correr a 60Hz nas consolas e apesar de não termos testes extremos, as indicações apontam para algumas variações entre sistemas no código final. A Xbox One é a que perde mais fotogramas neste teste, seguida pela PS4, depois a Pro e no topo, a Xbox One X que é basicamente perfeita. Veremos como se comportam em Blight Town.
Será interessante ver a recepção a Dark Souls Remastered. Baseado no que vimos neste teste de rede, a Xbox One e PS4 parecem estar iguais em termos de resolução e funcionalidades, sugerindo que poderia ter sido feito mais na consola da Sony. Ambas as máquinas mais poderosas correm a 1800p, deixando a ideia que a Xbox One X não é usada em pleno. O poder extra é usado para ganhos pequenos e será o PC a ir mais além. Teremos mais sobre isto quando chegar o jogo completo.


Existem imensas histórias e monstros em The Witchwood, transformados em cartas surpreendentes.

Estão previstos múltiplos courts e superfícies, com efeitos sobre a jogabilidade.
A actual geração de consolas conhece um jogo de ténis produzido por veteranos de Top Spin 4.

Eis o grupo de foras-da-lei que se tornará no centro da trama.
Somos mais fantasmas do que pessoas, diz Arthur Morgan, o protagonista.
A confirmação que Red Dead Redemption 2 decorre 12 anos antes do primeiro jogo
Eles não nos esmagarão, diz Dutch Van der Linde.
Numa bela noite, o grupo fala das suas origens, revelando que tudo começou em 1877.
Mais uma imagem onde podes ver os outros membros do grupo de Dutch, chamados Os Filhos de Dutch.
Em todas as famílias existem problemas e o trailer sugere uma trama com diversas ramificações.
Entre os momentos que podes considerar gameplay, o trailer mostra esta nova acção, uma espécie de takedown.
Será que terás combates como actividade opcional? Parece que sim.
Numa era em que o governo tentava terminar com os bandidos, este é o líder do grupo que tentará parar com o grupo de Dutch.
Um ataque ao grupo de Dutch pelo que parecem ser forças governamentais. Mais uma bela amostra dos efeitos que o RAGE Engine consegue.
Dutch e Morgan prometem ser as peças centrais de uma trama que lida com conflitos pessoais, violência, sociedade em mudança e muito mais.
Eis John Marston, que sobreviverá para se tornar no protagonista do primeiro jogo.
Ao longo de praticamente todo o trailer, a Rockstar mostra fantásticos efeitos como nevoeiro e uma incrível iluminação.


É possível adicionar um segundo jogador à contenda.
Apesar de outros shooters se destacarem à época, a fluidez e qualidade dos visuais estão asseguradas.