Pode o remake de uno jogo Game Boy de 1993 funcionar na Nintendo Switch? Fundamentado na demo E3 que joguei, a resposta é uno animado ‘afirmativo’ – e em espaçoso porção devido à tendência do design original. A combinação de uno overworld com design matraqueado, masmorras desafiantes e visuais que puxavam velo Game Boy asseguraram ao original o regime de clássico. Apesar de ser uma experiência 8-bit, leste jogo portátil conseguiu devolver uno jogo Zelda que rivalizava com os irmãos mais velhos na Super NES e a novidade versão Switch está linda.
A Nintendo voltou a aliar-se à Grezzo – responsáveis pelos dois remakes N64 na 3DS – e o que a começar de portanto labareda a atenção é o quão leal o hodierno jogo é ao original. Quando inicias Link’s Awakening, és admitido com uma bela introdução – uma sequência em vídeo que recria a do original. A animação eventualmente termina e o jogo passa para gráficos in-engine que mostram uma bela cena numa litoral, com uno ameno foco com chã de altura e água que cobre a areia. Mais uma turno, é uma recriação quase perfeita da cena original.
Temos renderização de gráficos 3D modernos, contudo isto é mesmo Link’s Awakening. O design e posicionamento dos itens, estradas, grama e personagens são consistentes entre Game Boy e Switch. Algun dos detalhes que realmente me agradaram incluem as flores – desenhadas em pares, tal uma vez que no Game Boy. Além disso, as árvores mantiveram o ar devido ao mesmo design no tronco. A versão original adicionou borboletas em alguns locais para obsequiar mais bibiografia aos blocos e também estão no remake. Mais à vanguarda, encontrarás a litoral, que inclui uma textura na areia que relembra o original.
A maior mudança está na inclusão de scrolling ao invés da abordagem ecrã a ecrã paisagem no original, reminiscente do original NES. Com esse excepção, fica a sensação que a Grezzo e a Nintendo conseguiram conquistar autenticidade e charme nesta versão 3D do orbe original em 2D.
Singular observar à demo E3 de Link’s Awakening – o charme, estilo e autenticidade estão impecáveis. O único senão? A performance no overworld precisa de melhorias.
Ao conceber uno jogo uma vez que leste, os programadores canalizam ocasionalmente a sensação do original e mudam drasticamente o design, contudo cá, a Grezzo manteve-se leal – alguma coisa simpático pois o original tinha algumas limitações: o design ecrã a ecrã no Game Boy quadra óbvio e tudo estava partido numa grelha. Fiquei surpreso por testemunhar que corre tão apoiado com scrolling ameno, contudo as similaridades com o matéria original significam que o estilo grelha permanece. Diria que as áreas ascendentes em A Link to the Past não vão distinguir presença cá.
Também existem aspectos uma vez que os conjuntos limitados de grelhas a possuir em operação – na Game Boy, todos os mundos são apresentados em ângulos de 90 graus, provavelmente devido às restrições de memória e design do ecrã. Não existem paredes em ângulos, tudo é imparcial. Isto é uno contraste com A Link to the Past, que recorre a ângulos para elevar o design dos níveis. Penso que a equipa tomou a decisão correcta. Estas limitações resultaram em designs bem interessantes que ainda hoje estão boas e conceber grandes alterações podia desnaturar tudo.
As mudanças além da cedência de 2D para 3D recompensam desmedido. Sou uno espaçoso fã da câmara, a garota inclinação na câmara e sutil costume do chã de altura dão ao jogo uno ar tilt-shift em miniatura que é lindo. Dá mesmo a impressão de apressar em torno de uno exemplar verídico do orbe. Em termos de controlos, o jogo está modificado, contudo no caritativo acepção. O deslocação é menos exclusivo e os combates mais fluídos. Está mais perto de A Link Between Worlds ao invés de Link’s Awakening – o que é caritativo.
Ainda assim, sinto que existe filarmónica para melhorias. Nos interiores, corre a 60fps, contudo quando estás no overworld, a demo demonstrou problemas na performance. Link’s Awakening usa uno dobro buffer v-sync, o que significa que quando o jogo não consegue alcançaparência o fim, a performance é cortada para metade. Assim sendo, o jogo salta entre 30fps e 60fps ao indagar o overworld.
No entanto, é exacto possuir em operação que estamos diante de uno código inacabado. Os jogos da Nintendo têm uno caritativo historial no que diz afeição à performance, por isso tenho grandes esperanças que isto seja revisto até ao lançamento, contudo é presentemente uno problema. Será simpático testemunhar se os programadores alcançam os 60fps ou se simplesmente vão bloquear o jogo a 30? Descobriremos mais em Setembro.
Em termos de resolução, Link’s Awakening estava jogável unicamente em laia dock e parecia apressar a 1404×792. A tendência de figura é consistente com a maioria dos jogos Switch e se os programadores querem brotar aos 60fps, responsabilidadeá ser adequada, contudo não uno dos melhores argumentos. A estética definitivamente triunfa a cerca de o número de pixeis, contudo ainda existem arestas por limar.
Existe espaçoso potencial cá – Link’s Awakening é uno dos meus jogos favoritos na série e estou alegre com a abordagem feita cá. Os visuais estão lindos, as melhorias no áudio são mormente agradáveis e é fascinante testemunhar uno jogo na Switch que está tão arraigado no original, lançado há mais de 25 anos – mantendo o seu charme e apelo.