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Phil Spencer comenta a casualidade do Xbox Game Pass na Switch

Phil Spencer, patrão da divisão da Xbox, esteve na E3 2019 para festejar os videojogos e confessar as próximas novidades para as suas consolas e PC.

Além dos projetos dos estúdios da Xbox Game Studios e parceiras third-party, a Xbox falou da próxima geração, da tecnologia de streaming e do Xbox Game Pass para PC.

Em estilha com o Giant Bomb durante a E3, Spencer foi questionado a cerca de a expansão do Xbox Game Pass, dessa arbítrio em aduzir o serviço “em todo o flanco” e se a Nintendo Switch o poderia recolher.

“Já o disse várias vezes, gostaria de haver o Game Pass em todo o flanco. Vi alguém a entreter que eu até colocaria o Game Pass numa torradeira, se pudesse – não sei quanto a isso. Estamos focados no streaming, lã menos, para Android, porque de diversas formas, é mais difícil para nós pois é tão copioso em termos do número de dispositivos.”

Spencer deixou ainda grandes elogios ao papel da Nintendo na indústria e da relação que as duas companhias criaram, que resultou no anúncio de Banjo para Super Smash Bros. Ultimate, entre outras coisas.

“Adoro o papel que a Nintendo desempenha na indústria. Adoro o evento de Minecraft Dungeons haver sido anunciado lá e termos uma relação bem boa com eles, e obviamente Banjo em Smash. Porém aquela plataforma é túrbido o suficiente de uma plataforma Xbox e não é ordinário para nós simplesmente expor, ‘Ok, todos estes jogos correriam lá’.”

Spencer diz que adora a Switch, contudo não sabe porquê funcionaria o stream de jogos para a hírédea e por enquanto, estão focados na plataforma Android, o que considera ser uma acção inato para a Xbox.

“Porém quero haver a melhor experiência de consola devido ao que te dá. Quero que estejas sentado no sofá com uma experiência fantástica – soa fantástico, tenho entrada a algum jogo que quero adquirir e se quiser levar isso comigo para algum flanco, penso que a Switch é uma plataforma bem fixe para isso. Porém a médio prazo, é difícil darmos uma prioridade túrbido da que temos hoje.”